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No dia 04 de agosto, o governador Joel Chaves fez a entrega oficial aos Rotary Clubs do Distrito 4630, das máscaras faciais de tecido obtidas pela Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul, no ato representada pelo professor e rotariano do Rotary Club de Jandaia do Sul, Simão Nicolau Stelmastchuk.
O vice-prefeito de Maringá, o rotariano Edson Scabora, também esteve presente, assim como o Coordenador Assistente da Fundação Rotária, Renato Tavares.
As 105.400 máscaras foram doadas pela Fundação Itaú por meio da Funpar - Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Cultura. Parcerias como estas se concretizaram pelos relacionamentos entre as instituições. O presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul, Eduardo Meurer, por exemplo, é professor no campus da UFPR em Jandaia e uma parceria foi levando a outra. O Distrito 4640 recebeu 20.800 máscaras.
Larissa Nakao
Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International
No dia 01 de agosto, foi realizado o Seminário Virtual da Pólio das Regiões 29 e 31, pelos Coordenadores Pedro Durão e Marcelo Haick. Foi definido que meta do BRASIL de arrecadação 2020-21 será de US$ 680.000, incluindo doações de FDUC e dinheiro (cash).
Vale lembrar que a Fundação Bill & Melinda Gates continuará emparceirando em 2:1 todas as contribuições. No caso de FDUC, o Fundo Mundial também emparceira em 1:1. Mês que vem, realizaremos o Pedalando Contra a Pólio (25 de outubro). Que tal avaliar em seu clube, quais estratégias utilizarão para arrecadar fundos em prol da erradicação da poliomielite?
META PARA O BRASIL - Somos tetracampeão de eventos do Dia Mundial de Combate à Pólio. Ganhamos todos os anos, desde 2016, com o número de eventos realizados. Contamos, agora, com o seu apoio para ganharmos o Pentacampeonato. Nossa meta para 2020, é de 1.300 eventos. Todos os eventos realizados em SETEMBRO, OUTUBRO e NOVEMBRO, são válidos. Basta cadastrá-los no site da pólio, cujo link é: https://www.endpolio.org/pt/register-your-event
A Campanha Nacional de Multivacinação e Poliomielite será de 5 a 30 de outubro. O Dia D de mobilização Nacional: 17 de outubro.
Público alvo:
Poliomielite: Crianças a partir de 12 meses a menores de 5 anos.
Multivacinação (atualização das cadernetas de vacinação): Crianças e adolescentes < 15 anos.
Erradicação da Poliomielite: Como o coronavírus despertou a importância das vacinas
Erradicar a paralisia infantil é a prioridade do Rotary International. Em razão da crise sanitária instalada pela Covid-19, o desenvolvimento e eficácia das vacinas nunca despertou tanto interesse em todos os cantos do mundo, onde pessoas que até então eram contra elas, agora aguardam ansiosamente pela chegada da vacina contra o coronavírus.
No Paquistão, por exemplo, os grupos radicais islâmicos eram contra a vacina e por conta disso, aumentaram os casos de pólio por lá no ano passado. Com a pandemia do coronavírus, muitos reviram seus conceitos e agora passam a procurar os agentes de vacinação da pólio em busca da vacina contra a Covid também, a qual não temos previsão de quando teremos acesso.
Este é o momento de reforçarmos a nossa causa, da importância da vacinação para nos protegermos, seja de qualquer doença!
O Dia Nacional do Campo Limpo é comemorado no dia 18 de agosto e para celebrar os excelentes resultados da logística reversa, de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil, a Adita - Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária, em parceria com os Rotary Clubs de Maringá Aeroporto, Umuarama Capital da Amizade e Campo Mourão, realizaram uma ação de solidariedade. Foram distribuídas cestas básicas para entidades e comunidade carentes.
“Todo ano, em comemoração ao Dia Nacional do Campo Limpo, fazemos uma série de ações comunitárias com crianças nas escolas, trabalhos pedagógicos e palestras em universidades. Como esse ano, em função da covid-19, não foi possível fazer nenhum desses trabalhos, então, optamos por fazer uma ação de solidariedade”, comenta Valdir Bacarin, diretor da empresa Adita.
No total foram entregues 750 cestas básicas para entidades e famílias carentes. Em Maringá, essa ação foi realizada na Casa da Amizade, no dia 12 de agosto. “Com a dedicação de todos tivemos um excelente resultado na arrecadação das cestas básicas para celebrarmos o Dia Nacional do Campo Limpo. A pandemia afetou a todos em maior ou menor intensidade. Poder auxiliar aos mais necessitados, para que superem este momento é algo importante. Que esta ação mantenha a esperança de todos por dias melhores”. diz Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto.
“Os clubes são a grande conexão com a comunidade e entidade e eu escolhi o Rotary para participar dessa ação porque estou dentro da organização, conheço e sei da sua história. Somos Empresa Cidadã do Rotary Club de Maringá Aeroporto. O Rotary tem uma missão importantíssima na área ambiental, que agora é a sétima área de atuação da Fundação Rotária e tudo o que acontece conosco está relacionado ao meio ambiente” relata Valdir Bacarin.
Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary.
O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais.
“Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria.
O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente.
Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto.
Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária.
O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores.
No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto.
Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.
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